Iluminismo

Luzes contra Trevas: origens do iluminismo
O iluminismo teve origem no sec. XVII e se desenvolveu no sec. XVIII. O iluminismo foi a "filosofia do terceiro estado", só transpondo estas concepções filosóficas na França, quando se transformou numa doutrina política e social.

Os iluministas diziam ser militantes da luz, pois iam contra a tradição cultural e institucional - "As Trevas". Defendiam um Estado constitucional com uma ampla margem de liberdade civil. Por isto, os três princípios básicos do ideário iluminista são: universalidade, individualidade e autonomia.


A Mentalidade Ilustrada
John Locke: desenvolveu uma teoria de governo limitado regido pela constituição, a qual considerava o Executivo como mero agente do Legislativo. Alegava a proteção da vida, da liberdade e da propriedade (privada). Sua teoria preocupava-se muito mais em proteger a liberdade individual do que promover a estabilidade e o progresso social.


Denis Diderot: contestou violentamente o absolutismo real e apontou elementos para a constituição da sociedade civil democrática moderna. Junto a D' Lambert desenvolveu a Enciclopédia.


Voltaire: partilharia com Locke a idéia de um governo com poderes limitados, visto com um mal necessário. Também afirmava que todos os homens são dotados pela natureza do direito à liberdade, à propriedade e à proteção das leis.


Bach, Johann Sebastian (1685 - 1750): Nascido em Eisenach, morreu em Leipzig na Alemanha. Descendentes de uma família de músicos de talento excepcional (a começar por seu pai Veit Bach, que era moleiro de profissão e descansava dos seus trabalhos pesados estudando música e iniciando nela seus filhos Hans e Johann). Foi organista em cidades da Turíngia, maestro em Goethen e diretor musical da Igreja de Santo Tomás, em Leipzig. Casado duas vezes, teve vinte filhos, tendo todos eles herdado parcelas do gênio musical do pai.

Apreciado em sua época apenas como grande virtuose do órgão, só se tornou mundialmente conhecido a partir do século XIX. Sua obra é enorme: escreveu 200 Cantatas (peças para uso litúrgico na Igreja Luterana), tocatas, sonatas, fugas, prelúdios, a célebre Passacaglia, prelúdios - corais, A Paixão segundo São Mateus, A Paixão segundo São João, o Oratório de Natal, A Missa em Si Menor e várias outras missas, motetes, salmos.


Disse Günther Sarfet: "O que talvez mais prende a atenção em Bach é a perfeição da sua polifonia, que é algo absolutamente especial. É inconfundível. É excepcionalmente plástica, com um grau de modelagem tão característico, que não se acha semelhante na linguagem musical de outro compositor".

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