As Leis de Mendel

As Leis de Mendel

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O pai da genética, Gregor Johann Mendel, foi um monge agostiniano que nasceu em 1822. Dentre suas diversas atuações profissionais, Mendel se destacou como botânico e meteorologista. Seus estudos foram considerados revolucionários e marcantes. Ele foi o cientista responsável por criar e apresentar as leis de hereditariedade, também conhecidas como Leis de Mendel.

Como surgiram as Leis de Mendel?

Mendel deixou um legado importantíssimo para a genética e, por isso, suas leis e ensinamentos estão presentes até hoje nas salas de aula. Os estudos de Mendel foram realizados com a análise do comportamento genético das ervilhas. De início, a pesquisa e os experimentos pareciam bobos, mas acabaram surpreendendo o mundo inteiro ao demonstrar o comportamento dos genes no processo de evolução das espécies.

Mendel e suas três leis

Como já mencionado, Mendel realizou seus experimentos com ervilhas. Ele escolheu esse grão por ser mais fácil de cultivar e porque ele tem um ciclo reprodutivo curto, além de produzir bastante semente.

A observação das ervilhas mostrou como a espécie se diferenciava com o tempo e como essas diferenças influenciavam a reprodução e a evolução. Confira as três Leis de Mendel:

Mendel acreditava que havia um fator responsável pelas características das sementes de ervilha. Em seu experimento, ele cruzou plantas puras. A parte masculina tinha sementes amarelas e a feminina tinha sementes verdes. O resultado foi o seguinte:

Primeira geração - Geração parental ou geração P;

Geração híbrida ou geração F1;

Segunda geração ou geração F2.

Na geração F1, as ervilhas tinham sementes amarelas, sendo híbridas. Na autofecundação da semente híbrida chegou-se à segunda geração com 75% de sementes amarelas e 25% de sementes verdes. Sendo assim, o gene amarelo era o fator dominante, e o verde seria o fator recessivo.

1 - Lei de monoibridismo – A primeira Lei de Mendel

2 – Lei de Dibridismo – A segunda Lei de Mendel

3 - Lei da Distribuição Independente – A terceira Lei de Mendel

Nos estudos, Mendel concluiu que a herança de cor não está relacionada à superfície da semente. Em sua terceira e última lei, Mendel explicou a dominância, mostrando que espécies híbridas têm um gene dominante que se sobressai diante do gene recessivo.

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