Pobreza no mundo

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Chega a ser algo digno da ficção cientifica, ainda mais neste mundo atualmente quase completamente globalizado pelos recursos tecnológicos, mas, acreditem ou não, no mundo, existem quase 2,2 bilhões de pessoas que vivem na pobreza se não vivem completamente, estão quase chegando ao índice, isso segundo os relatórios de um programa de desenvolvimento das Nações Unidas.


Esse relatório existe justamente para avisar à sociedade sobre as vulnerabilidades que acabam frustrando as possibilidades de melhorias das condições de vida a nível global, segundo o relatório, em noventa e um países, cerca de 1,5 bilhão de pessoas sofrem com a pobreza multidimensional, ou seja, pessoas que passam por privações de necessidades básicas e comuns, como por exemplo: saúde, educação e as próprias necessidades básicas.


Para quem não sabe, esse relatório, mais conhecido como PNUD é calculado mediante a mortalidade infantil, escolaridade, nutrição, alojamento, água potável, eletricidade, saneamento e diferente de outros indicadores baseados na renda.


Desmembrando os números, cerca de 842 milhões de pessoas passam fome, 800 milhões de pessoas, correndo risco de se tornarem pobres, mesmo com os esforços das Nações para reduzir este número. Além dessa problemática, cerca de um bilhão de trabalhadores, trabalham de maneira precária e sem ter um sistema de previdência ou seguro desemprego.


Essas informações acima apresentadas mostram uma queda drástica no desenvolvimento humano em todas as regiões, a PNUD tentando encontrar uma resposta para tal crise, afirma que tais índices são resultados diretos das crises financeiras, da oscilação dos valores dos alimentos, dos conflitos que alguns países vivem e também, de desastres naturais.


O PNUD reivindica o direito de todo ser humano a ter os serviços básicos para uma vida melhor, tanto nos países desenvolvidos quanto aqueles que estão em desenvolvimento, a intenção dessa solicitação é aumentar a força dos grupos mais vulneráveis as crises. O PNUD também chama a atenção dos governos para que tentem criar meios que tragam de volta a possibilidade de empregos, algo já elaborado nas décadas, 50, 60 mas que acabou ficando esquecida logo após a crise do petróleo.

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