Febre Amarela

Outra virose que tem registrado uma aumento significativo de casos é a febre amarela, notadamente em estados como Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Pará.

Depois de três a seis dias de ser infectada, a pessoa apresenta os seguintes sintomas: dores de cabeça e muscular, enjôo, vômitos, febre alta, pulso baixo, prostação e irritabilidade. O nome da doença provém do fato de o doente normalmente apresentar icterícia, ou seja, sua pele torna-se impregnada de bilirrubina, tornando-se amarela. Na fase mais avançada da doença, há comprometimento do fígado e dos rins, além de hemorragias que podem levar à morte.

A febre amarela urbana é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectada por pessoas contaminadas. O vírus da febre amarela silvestre é transmitida pela fêmea do mosquito Haemagogus, infectada ao sugar sangues de macacos que são os reservatórios naturais do agente causador da doença.

Não há tratamento que cure a febre amarela. A cura depende da resistência de cada paciente. A internação em hospitais torna-se necessária, para que sejam controladas as principais complicações do doente, principalmente as relacionadas aos rins e às hemorragias.

A prevenção é feita com o combate aos insetos transmissores e com a vacinação antiamarílica que pode ser aplicada a partir dos seis meses de idade. A vacina é eficaz por dez anos.

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