Extinção de espécies

Extinção de espécies

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O planeta vive uma situação crítica no que diz respeito ao risco de extinção de diversas espécies. Na prática, uma espécie está sob forte ameaça de extinção quando 75% de sua população desaparecem da face da Terra. Esse desaparecimento é, quase sempre, resultado das ações humanas.

Nosso planeta está praticamente à beira de uma fase de extinção em massa de diversas espécies. Fatores como a poluição, a destruição da biodiversidade e dos ecossistemas e o desmatamento para fins agropecuários estão entre as principais causas da extinção de espécies animais e vegetais.

Uma espécie é considerada extinta quando todos os seus indivíduos somem do planeta. Infelizmente, a velocidade desse desaparecimento da diversidade tem sido cada vez mais acelerada. Atividades como a caça, a pesca exagerada e o contrabando de animais também são responsáveis pelo risco de extinção.

A última grande extinção em massa do planeta aconteceu há 65 milhões de anos, com os dinossauros. Mas, hoje, ao menos 322 espécies de vertebrados também já foram extintas da Terra.

Cerca de 67% das espécies do planeta já passaram por um grave declínio populacional. Os anfíbios estão entre os vertebrados mais ameaçados de desaparecimento total nos próximos anos, com destaque para as espécies de sapos.

A extinção das espécies pode acontecer de maneira natural, causada por fenômenos de grandes dimensões, como meteoros e vulcões; por causa da ação do homem ou por meio da seleção natural. Dentro deste contexto, o homem surge como o responsável pela degradação acelerada do meio ambiente, com a poluição de rios e oceanos, do solo e do ar.

É importante dizer que toda extinção de espécie provoca um desequilíbrio ambiental, que é muito prejudicial para a vida na Terra, pois compromete a cadeia alimentar e os processos naturais do planeta.

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