Atualmente, como está o buraco na camada de ozônio?

Atualmente, como está o buraco na camada de ozônio?

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O ozônio é um gás poluente, que na estratosfera forma uma camada protetora que reflete a radiação ultravioleta de volta ao espaço, protegendo os seres humanos dos raios ultravioletas prejudiciais. No entanto, a ação do homem tem feito com que essa camada protetora seja eliminada.

O maior buraco de ozônio foi localizado na Antártica em 2006, com um tamanho de 27,5 milhões de quilômetros quadrados. Esse buraco foi inicialmente descoberto no final de 1970, durante a primeira missão do satélite que podia medir o ozônio.

O buraco continuou crescendo de forma entre 1980 e 1990. Segundo cientistas, a partir do ano 2000, o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica começou a se estabilizar.

No entanto, pela primeira vez, foi registrado um buraco gigante na camada de ozônio na atmosfera superior acima da região do Ártico, parecido com o buraco encontrado sobre a Antártida.

Em 2011, a revista especializada Nature, destacou a destruição da camada de ozônio no Ártico.

Entre os compostos químicos que destroem a camada de ozônio destacam-se as substâncias chamadas clorofluorcabonos (CFCs), que começaram a ser usados no século passado em vários produtos, incluindo refrigeradores e embalagens de spray.

Esses compostos químicos foram proibidos ou tiveram o uso limitado pelo Protocolo de Montreal das Nações Unidas, assinado em 1987.

Juliana Miranda do GrupoEscolar.com

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