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Frida Kahlo

Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon, mais conhecida como Frida Kahlo, nasceu no dia 6 de julho de 1907, em Coyoacan, no México. Frida foi uma mulher revolucionária, que passou por grandes dificuldades ao longo de sua vida.

Apegada à cultura mexicana, Frida Kahlo usava joias, roupas e objetivos da tradição local. Ela se considerava uma filha da Revolução Mexicana.

Durante a juventude, Frida se tornou militante comunista. Neste período, ela começou a se dedicar ao mundo da pintura e estampava em suas telas diversos auto-retratos. A artista conviveu durante toda a sua vida com um pé atrofiado e uma perna mais fina do que a outra, resultados de uma poliomielite contraída aos seis anos de idade.

Frida Kahlo era filha de Guillermo Kahlo e de Matilde Gonzalez y Calderón. Entre os anos de 1922 e 1925, a artista frequentou a Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México, onde teve aulas de desenho e modelagem.

Em 1925, quando Frida tinha 18 anos, ela começou a aprender a técnica da gravura com Fernando Fernandez. Neste período, ela sofreu um grave acidente, quando o bonde onde viajava se chocou com um trem. Frida Kahlo teve uma forte hemorragia e ficou meses entre a vida e a morte.

Recuperada, em 1928, ela entrou para o Partido Comunista Mexicano. Ela então conheceu o muralista Diego Rivera, que se tornou seu marido.

De 1930 a 1933, Frida Kahlo viveu nos Estados Unidos. Depois do ano de 1937, a obra da artista foi classificada como surrealista, característica que a própria Frida não aceitava, pois dizia que suas pinturas não retratavam sonhos, mas sim sua própria realidade.

Em 1939, ela realizou exposições em Paris, na França. Em 1953, ela foi homenageada na Galeria de Arte Contemporânea no México. Em 13 de julho de 1954, Frida Kahlo foi encontrada morta. Ela havia contraído uma pneumonia e foi vítima de uma embolia pulmonar.

Entre os trabalhos mais populares da artista, destacam-se: o Auto-retrato em um vestido de veludo (1926), o Retrato de Miguel N. Lira (1927), o Retrato de Alicia Galant (1927) e o Retrato de minha irmã Cristina (1928).