Pressão

Vamos imaginar que um baú é colocado sobre o piso, de modo a ficar apoiado sobre sua face de maior área. Seu peso fica distribuído sobre toda a superfície de apoio. Se virarmos o baú e o deixarmos apoiado sobre uma das faces menores, seu peso se distribuirá sobre uma superfície menor. O peso ficará, por assim dizer, mais concentrado. Se conseguíssemos apoiar o baú apenas sobre um de seus vértices, seu peso ficaria concentrado quase que sobre um único ponto.

A grandeza que nos informa o quanto uma força está concentrada sobre uma superfície é a pressão. A pressão é definida como a razão entre a força que atua perpendicularmente sobre a superfície e a área dessa superfície.

Pressão no interior de líquidos e gases
Em uma piscina, por exemplo, podemos perceber que a pressão aumenta de acordo com a profundidade da água. Ao mergulharmos na parte rasa de uma piscina a pressão sobre nossos tímpanos não chega a nos incomodar. Mas, se mergulharmos a uma profundidade maior que 3 metros ou 4 metros os ouvidos começam a doer. Isso acontece porque nossos tímpanos estão adaptados à pressão atmosférica se a pressão sobre eles aumenta, nós sentimos essa variação.

No ar acontece coisa semelhante. Nós vivemos no fundo da atmosfera terrestre. A pressão atmosférica tem um valor máximo ao nível do mar e diminui, à medida que a altitude aumenta.

Você já deve ter sentido em seus tímpanos os efeitos da diminuição da pressão atmosférica. Em uma viagem, quando subimos uma serra, ficamos sujeitos a uma diminuição relativamente brusca de pressão. Nossos tímpanos acusam essa variação.

Esses fatos demonstram que, no interior de um líquido ou de um gás sujeitos à ação da força da gravidade, os valores de pressão variam de acordo com a profundidade na qual queremos medi-la: quanto mais fundo, maior é a pressão.


Fonte:
http://br.geocities.com/saladefisica/conceitos/pressao.htm

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