Guerra Cisplatina

Guerra Cisplatina

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A Guerra Cisplatina aconteceu entre os anos de 1825 e 1828, e envolveu Brasil e Argentina. Os países lutavam pela posse da Província de Cisplatina, região onde hoje está localizado o Uruguai.

A Guerra da Cisplatina foi ordenada pelo Império do Brasil, que desejava dominar as Províncias Unidas do Rio Prata. O conflito tinha como objetivo conquistar o território da Colônia do Sacramento, uma área que era considerada estratégica para a expansão comercial e econômica dos países.

A Colônia do Sacramento tinha sido fundada pelos portugueses, mas foi colonizada pelos espanhóis, fato que levou o território a ser considerado propriedade da Espanha.

Em 1816, Dom João VI ocupou o território de Montevidéu e o nomeou como Província da Cisplatina. Já no reinado de Dom Pedro I, em 1825, começou o movimento pela libertação da província, em que os moradores da Cisplatina começaram a resistir à ideia de pertencer ao território brasileiro.

João Antonio Lavalleja organizou os argentinos e uruguaios para lutar pela independência da região. A Argentina participou da guerra com sua força política e com suprimentos. Como resposta, o governo brasileiro declarou guerra à Argentina.

Os brasileiros eram contra a Guerra Cisplatina por causa do dinheiro que o império estava gastando no conflito. A guerra prejudicou muito a economia brasileira e resultou no aumento de impostos para a população.

Em 1828, a Inglaterra foi mediadora para acabar com o conflito e estabelecer um acordo entre Brasil e Argentina. Com o fim da guerra, a Província da Cisplatina se tornou uma região independente e deu origem à República Oriental do Uruguai.

O conflito prejudicou a imagem política de D. Pedro I, que acabou abdicando ao trono graças à pressão popular.

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