Fenomenologia de Partículas Elementares

Fenomenologia de Partículas Elementares

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Os átomos, e suas partículas elementares, já eram estudados por Demócrito e Leucipo por volta de 460 a.C., mas foi apenas no século XIX que esses estudos avançaram e foi possível comprovar que toda matéria é constituída por átomos.

Existem ainda partículas menores presentes na constituição do átomo, estas são: os elétrons, prótons e nêutrons. O átomo tem uma parte central, chamada núcleo, onde encontramos prótons e nêutrons.

Na parte externa do núcleo, temos os elétrons, que ficam girando e formam a eletrosfera. Assim, temos que elétrons, prótons e nêutrons são as partículas elementares.

Essas partículas sofrem influência direta de campos e forças de interações. A fenomenologia das partículas elementares envolve o estudo dessas interações fundamentais da natureza, que relacionam as forças e os constituintes da matéria.

Nesse tipo de estudo, temos o Modelo Padrão das Partículas Elementares, uma teoria capaz de descrever os fenômenos que envolvem estas interações. No entanto, algumas propriedades das partículas elementares não estão completamente determinadas. Exemplos disso são: a massa do escalar de Higgs, a origem das violações das simetrias CP e P e as massas e misturas dos neutrinos.

É nessa área da física que são utilizados os aceleradores de partículas de altas energias. Os estudos da fenomenologia das partículas elementares do átomo buscam o entendimento quantitativo da evolução temporal de campos quânticos fora do equilíbrio, além da dinâmica das transições de fase e sistemas meta-estáveis. Nesse contexto, temos as teorias de campo efetivas, a física de hádrons e a física das colisões hadrônicas ultra-relativísticas.

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