Como funciona a terapia genética contra o câncer CAR T-Cells?

A terapia genética contra o câncer CART-Cell está em fase de testes no Brasil e por isso é considerada experimental. É uma esperança para as pessoas que buscam tratamento.

Qual é a proposta da terapia genética contra o câncer CAR T-Cells?

Antes de mais nada, é crucial entender como se dá o tratamento:

  • Primeiramente, a equipe de cientistas modifica o DNA de um vírus;
  • Em seguida, as células de defesa do paciente são retiradas e posteriormente infectadas com o vírus;
  • Materiais genéticos da célula e do vírus começar a se "misturar";
  • Com o novo DNA, a célula de defesa inicia a produção da estrutura que ajuda a identificar esse tumor;
  • Cientistas passam a elevar o número dessas células em laboratório;
  • Médicos decidem "derrubar" o sistema imunológico do paciente e a ideia central para essas novas células é que possa sobrar algum espaço para atuar;
  • Essas novas células começam a ser injetadas no corpo do paciente;
  • O Sistema imunológico inicia o reconhecimento do tumor que poderá ser destruído.

Assista:

Antes de mais nada, deu para ver e perceber que a terapia genética contra o câncer CART-Cell é diferente das demais. Logo, é importante entender mais sobre essa nova estratégia e a seguir obtenha todas as informações.


Custo fora do país

À primeira vista, os tratamentos ainda são considerados experimentais e, portanto, não são totalmente aceitos pelos cientistas. Por outro lado, é importante citar que algumas pessoas tem tido excelentes resultados.

O valor da terapia como um todo fica acima de US$ 475 mil.


Tratamento no Brasil

Baseado no tratamento do câncer CAR T-Cell, uma equipe de cientistas Brasileiros da USP-Fapesp, desenvolveu um método de tratamento, que ainda está em caráter experimental.

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Um paciente de 62 anos em estado terminal, conseguiu a remissão total do câncer devido a essa terapia genética aplicada pela equipe da USP-Fapesp. [Fonte: G1]

Atenção: O texto tem caráter informativo. Para informações mais precisas, sempre consulte um médico especialista.


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