A Sociedade Hebraica

A Sociedade Hebraica

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A sociedade hebraica se estabeleceu na região da Palestina. O povo hebreu vivia sob um regime monárquico, onde o rei controlava todos os poderes. A sociedade era hierarquizada e contava com a monarquia, os sacerdotes, os anciãos e a base da pirâmide social.

Os sacerdotes eram responsáveis pelos cultos religiosos, pela manutenção dos templos e pelos cuidados com os símbolos sagrados. Os anciãos eram os mais idosos da comunidade, que tinham o trabalho de aconselhar os mais jovens.

A sociedade hebraica ocupava um território de passagem, entre a África e a Ásia. Por isso, eles desenvolveram uma boa atividade comercial na região. A civilização hebraica vivia principalmente da criação de gado e do comércio.

A sociedade era bastante moralizada e religiosa. Eles eram contra o sexo na juventude e o homossexualismo; e valorizavam a virgindade e o casamento monogâmico.

A religão hebraica era monoteísta, ou seja, pregava a adoração de um só Deus, chamado de Iaweh.

A sociedade hebraica também usava a mão de obra de escravos. A escravidão atingia principalmente os prisioneiros de guerra.

A história política do povo hebreu é dividida em três período: Período dos Patriarcas, Período dos Juízes e Período dos Reis. Os hebreus também são conhecidos como israelitas ou judeus.

A história dessa sociedade foi marcada por migrações. Hoje, é possível entender a trajetória do povo hebreu lendo os textos do Antigo Testamento da Bíblia e estudando a história dessa civilização.

Segundo os textos bíblicos, os hebreus chegam à Palestina após a morte de Moisés, sob a liderança de Josué, que teria cruzado o rio Jordão em busca da terra prometida.

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