Teorias Populacionais

Teorias Populacionais

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As teorias populacionais começaram a surgir por causa do aumento populacional ocorrido, principalmente, a partir do século XVII. Uma das primeiras teorias da história foi a do inglês Thomas Robert Malthus, um economista e pastor da igreja Anglicana, que estava preocupado com as consequências socioeconômicas do aumento populacional na Inglaterra.

Malthus escreveu uma obra intitulada “Ensaio sobre o princípio da população”, na qual defendia o controle do crescimento populacional. De acordo com Thomas Malthus, a população crescia de forma acelerada, duplicando a cada 25 anos. Esse aumento da população resultaria, então, na falta de alimentos, uma vez que a produção de alimentos crescia em progressão aritmética. Nesse cenário, os problemas sociais, como a fome e a pobreza, também aumentariam muito.

Malthus passou a pregar o controle da população por meio de práticas antinatalistas, como o retardamento na idade dos casamentos, a abstinência sexual, o planejamento familiar e o controle da natalidade.

Essa teoria de Malthus foi considerada equivocada, pois não levava em conta a revolução tecnológica.

Uma nova teoria populacional, chamada de Neomalthusianismo, apontava que o crescimento populacional causava a pobreza. Segundo essa teoria, o crescimento populacional nos países subdesenvolvidos provocava a escassez dos recursos naturais e o agravamento dos índices de desemprego.

Em contrapartida, Karl Marx alegava que a super população atendia aos interesses dos capitalistas.

Durante a Revolução Industrial, as preocupações com o aumento das populações também deram origem à Teoria Reformista, que foi uma resposta à teoria neomalthusiana. De acordo com essa ideia, a população não era a causa, mas a consequência do subdesenvolvimento.

Essa teoria foi considerada uma das melhores para retratar os fatores que geram o subdesenvolvimento político, social e econômico do mundo.

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