Surto de Ebola

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O Ebola é uma doença muito grave, transmitida pelo contato direto com o sangue e fluidos corporais de pessoas ou animais infectados. Os principais sintomas do ebola são febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça, inflamação na garganta, vômitos, diarreia, coceiras, problemas nas funções hepáticas e renais e até hemorragias graves.

O vírus do ebola tem uma taxa de mortalidade de 90%. As regiões da África Ocidental e África Central registram epidemias da doença. Desde março de 2014, foram registrados 1.201 casos de Ebola e 672 mortes em Guiné, Libéria e Serra Leoa.

O Ebola é uma das doenças mais mortais do mundo. O vírus é altamente infeccioso e foi registrado pela primeira vez em 1976, com surtos em Nzara, Sudão, Yambuku e República Democrática do Congo.

Existem 5 tipos de vírus do Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire. A doença é tão perigosa que é comum que médicos e agentes de saúde sejam infectados durante o tratamento de pacientes que apresentam o vírus.

Para manter contato com as pessoas portadoras do Ebola é preciso utilizar luvas, máscaras e óculos de proteção. Na África, os primeiros casos da doença foram relatados em chimpanzés, gorilas, morcegos, antílopes e porcos-espinhos.

A doença também pode ser transmitida por sêmen infectado. O diagnóstico do ebola é complicado e deve ser feito com 5 exames laboratoriais. Os primeiros sinais da doença podem ser olhos avermelhados e erupções cutâneas.

O ebola ainda não conta com um tratamento ou vacina que sejam específicos para o problema. Os pacientes com ebola passam por um processo de hidratação, manutenção dos níveis de oxigênio e pressão sanguínea e tratamento de infecções.

Hoje, os morcegos frutívoros são os principais hospedeiros naturais do vírus Ebola.

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