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Nas últimas semanas, o mundo acompanhou incrédulo ao desaparecimento do avião da companhia aérea Malaysian Airlines. O mistério e as informações desencontradas sobre o caso trouxeram dúvidas quanto à segurança dos voos internacionais. O avião da Malaysian Airlines desapareceu com mais de 200 passageiros, levantando as possibilidades de uma explosão e também de terrorismo.

Esta não é a primeira vez que um avião some sem deixar rastros. O Brasil já teve um caso parecido, em 1979, quando o jato da Varig sumiu e nunca mais foi encontrado. O avião tinha decolado de Tóquio rumo a Los Angeles.

O Boeing cargueiro da Varig tinha seis tripulantes a bordo, e partiu de Tóquio em 30 de janeiro de 1979. O avião fez contato com a base 33 minutos após a decolagem, e depois nunca mais foi visto. O jato transportava 53 quadros do artista nipo-brasileiro Manabu Mabe.

Nenhum destroço do avião da Varig foi encontrado e o caso nunca foi solucionado pelas autoridades. Durante meses, forças japonesas e norte-americanas realizaram as buscas, mas a aeronave jamais foi encontrada. Até o momento, este era o maior mistério da aviação mundial, mas agora o caso da Malaysian Airlines aparece como o mais surpreendente e marcante da história, principalmente pelo grande número de passageiros que sumiram junto com a aeronave.

No caso do avião da Varig, uma das hipóteses levantadas era de que o Boeing havia explodido. No entanto, nenhum destroço do avião foi encontrado. Estes dois casos representam verdadeiros mistérios para a aviação mundial.

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