O Islamismo

Iniciou apartir dos ensinamentos do profeta Maomé (570-632 D/C).

Maomé combatia a prática do politeísmo existente entre os povos árabes, pois esse era um fator desagregador que facilitava o domínio da região por povos numericamente inferiores, mas superiores na organização econômica, política, social e militar, graças à prática monoteísta. O grande profeta do islã sofreu forte oposição das tribos guardadores da Caaba - a pedra negra - que praticavam o politeísmo na cidade de Meca, sendo expulso para Iatreb (atual Medína - Cidade do profeta).

O ano da Hégira marca o início do calendário Islâmico, portanto eles estão vivendo no ano de 1.381.

Com a morte do profeta (632), O Islã se dividiu em duas correntes devido a briga pela sucessão da liderança Islâmica. O Xiismo reconhece o direito de liderança apenas aos descendentes diretos do grande profeta, como exemplo os Aiatolás. O Sunismo, um conflito de normas (direitos) islâmicas organizadas, segundo os exemplos do profeta, reconhece o poder temporal, criando lideranças independentes dos laços familiares com Maomé, como exemplo os Califas.

Com a implantação do Islã na forma de um Império Teocrático, rapidamente ele espalhou seu poder imperial para o ocidente e o oriente, e hoje somente 20% de seus fiéis são árabes, demonstrando sua expansão demográfica, que já ameaça o cristianismo como a religião de maior número de seguidores no planeta.

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