Malaio-polinésia

Malaio-polinésia

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A região Malaio-Polinésia se localiza no sudeste asiático e no Oceano Pacífico. Relatos históricos dão conta de que as tribos que viviam nessas regiões há muitos anos teriam atravessado o globo para chegar à América. Há indícios da cultura e da genética malaio-polinésia até nos índios brasileiros.

Segundo a história, essas tribos teriam usado embarcações primitivas para sair da Malásia, fazer escalas em várias ilhas Oceania até chegar à América. As tribos malaio-polinésias falavam uma vasta família de línguas, eram mais de setecentos idiomas falados no Pacífico, de Madagascar, no oeste, à ilha da Páscoa, no leste, e de Taiwan ao Havaí e Nova Zelândia.

De acordo com a teoria, diversas tribos teriam se utilizado de canoas primitivas para viajar de ilha em ilha rumo ao leste, e assim teriam chegado na América do Sul. O principal defensor desta teoria foi o antropólogo francês Paul Rivet.

Esta viagem teria ocorrido em dois momentos e de dois lugares diferentes. Primeiro da Austrália, há 6.000 anos atrás, depois da Beringia e da Melanesia. Segundo a teoria, os primeiros habitantes de Nauru eram o resultado da junção étnica dos navegadores micronésios e melanésios.

A região contava com, no mínino, doze tribos, divididas em 169 aldeias. As principais delas eram Deiboe, Eamwidamit, Eamwidara, Eamwit, Eamgum, Eano, Emeo, Eoraru, Irutsi, Iruwa, Iwi e Ranibok. Cada tribo tinha sua própria história e cultura.

A tribo Iruwa, por exemplo, era composta por Gilberteses. As tribos Irutsi e Iwi já não possuem mais descendentes. Já os Nauruanos viviam da cultura e do cultivo do coco e da banana. Eles praticaram, também, a aquacultura por centenas de anos, capturando os peixes-leite para sua alimentação.

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