História do Estado de Israel

História do Estado de Israel

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O estado de Israel nasceu como forma de mostrar aos judeus europeus que a única alternativa para a sobrevivência seria buscar a proteção de um estado próprio.

O movimento nacionalista começou com judeu vienense, Theodor Herzl (1860-1904), que enxergava na Palestina a possibilidade territorial para a fundação de um estado judeu.

Em seu livro chamado “O Estado Judeu”, Herzl escreveu: “A Palestina é nossa inolvidável pátria histórica.” A partir daí, ele passou a fomentar a imigração dos judeus europeus para a Palestina, onde já viviam cerca de 25 mil judeus.

Em 1914, com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), imigraram 60 mil judeus nacionalistas para a Palestina.

Com o fim do Império Otomano na Palestina, os árabes passaram a aspirar sua independência. No entanto, quando os nazistas chegaram ao poder na Alemanha em 1933, a imigração judaica para a Palestina não parou de aumentar: o número saltou de cinco mil imigrantes por ano em 1929 para 60 mil só em 1935.

Em 1936 os árabes começaram a tentar limitar a imigração e gerou conflitos, principalmente entre árabes contra oficiais britânicos e judeus.

Depois de muitos ataques, em junho de 1947, um comitê especial da ONU chegou à Palestina para estudar a futura divisão política, mas o cenário político palestino estava em pé de guerra.

No final de 1947, as Nações Unidas propuseram o fim do mandato britânico e a divisão da Palestina em dois estados, um judeu e outro árabe.

Mesmo assim a violência não diminuiu e, em dezembro de 1947, os ingleses anunciaram sua retirada da Palestina para o dia 15 de maio de 1948. Até lá morreriam mais de mil pessoas, entre árabes e judeus.

Depois disso, o Estado de Israel foi logo reconhecido oficialmente pelos Estados unidos e pela União Soviética.

Juliana Miranda do GrupoEscolar.com

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