G7, BRICS e UE

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Existem importantes blocos econômicos no mundo, entre eles o G7, os BRICS e a União Europeia. O G7 representa países de economia consolidada, mas que têm enfrentado a crise econômica mundial com mais dificuldade. Nestas nações o crescimento da economia depende da exploração do trabalho e do capitalismo.

Os BRICS correspodem às nações em desenvolvimento, com destaque para Brasil, Índia e China. Esses países são populosos, têm potencial, mas precisam de ajuda para continuar crescendo.

A UE conta com os países mais ricos do mundo, mas também foi pega por uma crise econômica em 2013. Diante desse cenário, nota-se que todos esses blocos têm vantagens e desvantagens.

Pesquisas recentes mostraram que os países dos BRICS - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, diminuíram a distância dos países desenvolvidos. Os países do G7 - EUA, Inglaterra, Canadá, Japão, Itália e Alemanha, também têm mantido um certo equilíbrio econômico, mas o comércio externo destas economias mundiais já começa a ser superado pelos países dos BRICS, fato que causa uma certa rivalidade.

Dados da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que as maiores potências globais registaram, em conjunto com o universo de países dos BRICS, uma alta de 8,5 por cento das exportações. No caso da potência mundial Estados Unidos, o déficit comercial chegou aos 188 mil milhões de dólares.

A União Europeia, que é composta por Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovenia, Espanha, Suécia e Reino Unido, é um dos blocos mais fortes do mundo economicamente, mas também tem perdido espaço para algumas nações dos BRICS.

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