Febre Paratifóide

Febre Paratifóide

A febre paratifóide é mais rara que a tifóide. Produzida pela Salmonella paratyphi dos tipos “A”, “B” ou “C”, sua fonte de infecção é a mesma da febre tifóide: doentes e portadores.


Como se contrai
A doença se transmite pelas descargas do intestino (fezes), que contaminam as mãos, as roupas,
os alimentos e a água. O bacilo tifóide é ingerido com os alimentos e a água contaminada.

O que causa
A doença se manifesta pelos seguintes sintomas: dor de cabeça, mal-estar, fadiga, boca amarga,
febre, calafrios, indisposição gástrica, diarréia e aumento do baço.

Como evitar
• destinar convenientemente os dejetos humanos em fossas ou redes de esgotos;
• tratar a água;
• combater as moscas;
• efetuar exame e vacinação e promover a educação sanitária dos manipuladores de alimentos;
• examinar os convalescentes para a descoberta de portadores;
• higienizar os alimentos;
• vacinar os indivíduos preventivamente.

O diagnóstico é feito pelo exame de sangue e pelas pesquisas de bacilos nas fezes. O tratamento é à base de clorafenicol. A incubação da paratifóide “A” varia de quatro a dez dias, enquanto a paratifóide “B” manifesta-se em menos de 24 horas. A paratifóide “B” resulta de envenenamento alimentar e caracteriza-se por náuseas, vômitos, febre, calafrios, cólicas,
diarréias e prostração.

As medidas preventivas da febre paratifóide, bem como o tratamento específico, são as mesmas da febre tifóide.

Leia também! Assuntos relevantes