Crise dos Mísseis

Crise dos Mísseis

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A crise dos mísseis aconteceu na década de 1960 e envolveu os governos de Cuba, União Soviética e Estados Unidos. Essa crise se desenrolou durante a Guerra Fria, tempo em que socialismo e capitalismo dividiam o mundo e criavam um clima de tensão entre várias nações.

A Crise dos Mísseis começou em outubro de 1962. Também conhecida como "crise caribenha", o momento colocava Cuba no centro das atenções. A ilha tinha acabado de passar por uma revolução armada, que derrubou a hegemonia política dos Estados Unidos na América Latina. Com isso, o governo de Cuba ganhou prestígio, e os Estados Unidos ficaram com medo de perder o poder.

O governo norte-americano buscava maneiras de acabar com a consolidação do Estado revolucionário cubano. Em 1961, o então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, rompeu as relações diplomáticas com Cuba. Algumas empreitadas armadas também foram colocadas em prática para tentar derrubar Fidel Castro do poder, mas nenhuma delas foi bem sucedida.

Com isso, os Estados Unidos começaram a investigar a ligação de Cuba com a União Soviética e descobriram que os soviéticos estavam construindo mísseis em Cuba. Segundo o governo norte-americano, as armas seriam capazes de carregar ogivas nucleares, dando início a uma nova guerra mundial.

Essa informação causou a Crise dos Mísseis. Entre os dias 16 e 29 de outubro de 1962, aconteceu uma rodada de negociações para evitar uma guerra nuclear. Estados Unidos e União Soviética entraram em acordo e proibiram a construção de armas nucleares tanto pelas nações socialistas quanto pelas capitalistas.

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