Anne Frank foi uma jovem judia que viveu entre os anos de 1929 e 1945. Ela foi uma vítima do nazismo e seu diário, contando a experiência de viver escondida com sua família, foi publicado e se tornou um sucesso literário no mundo inteiro.

Anne morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha. O único sobrevivente de sua família foi seu pai, que enfrentou os horrores do campo de Auschwitz, na Polônia. O livro, chamado "O Diário de Anne Frank", foi publicado pela primeira vez em 25 de junho de 1947.


A vida de Anne Frank

Anne Frank nasceu em Frankfurt, na Alemanha, no dia 12 de junho de 1929. Ela era filha de Otto Frank e Edith Frank. Durante o nazismo, a família chegou a fugir da Alemanha, indo para a Holanda, onde o pai de Anne trabalhou como diretor administrativo de uma empresa de geleias. Anne tinha uma irmã chamada Margot Frank.

Em maio de 1940, os nazistas invadiram a Holanda e começaram a perseguição contra os judeus. Em 12 de junho de 1942, aos 13 anos de idade, Anne Frank começou a escrever o seu diário.

A família de Anne precisou fugir do nazismo e se esconder com mais quatro judeus no escritório de Otto Frank, em um anexo secreto da fábrica de geleias. Eles permaneceram no esconderijo até 4 de agosto de 1944, data em que foram descobertos pela Polícia de Segurança. Durante todo este período, Anne relatou o cotidiano de uma vida tentando sobreviver ao terror do nazismo.

Depois da prisão, os pais de Anne Frank foram enviados para Auschwitz (Polônia), e ela e sua irmã foram para Bergen-Belsen (Alemanha). Anne Frank morreu de tifo no campo de concentração, em 12 de março de 1945. Ela tinha apenas 15 anos de idade.

O livro “O Diário de Anne Frank” foi publicado pelo pai da jovem, Otto Frank. A obra foi traduzida para mais de 30 idiomas. O esconderijo da família Frank, em Amsterdã, na Holanda, funciona hoje como um museu. Neste local, Anne viveu 25 meses de insegurança e medo.

O único sobrevivente, Otto Frank, foi libertado de Auschwitz pelo exército russo. Ao voltar para Amsterdã, o pai de Anne Frank recebeu o diário da filha, que ficara protegido por Miep Gies.

Otto publicou o livro como uma homenagem à sua família e dedicou sua vida a divulgar os horrores do nazismo. Otto Frank morreu em agosto de 1980.

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